Cirurgia plástica

Abdominoplastia

Abdominoplastia é a cirurgia de redução do volume abdominal. É indicada para remover o excesso de pele e gordura, tratar o abaulamento da musculatura do abdome (diastase) e remover as estrias abaixo do umbigo.

Informações práticas

  •     Duração da cirurgia: 2-3h
  •     Tipo de anestesia: Peridural com sedação ou geral
  •     Tempo de internação em uma evolução normal: 24h
  •     Tempo de recuperação para as atividades básicas do dia a dia: 2-4 semanas
  •     Antes e depois: veja aqui
  •     Preço: veja aqui

Como é realizada?

É feita uma incisão horizontal na parte inferior do abdome logo acima do púbis, semelhante à uma “cesareana ampliada”. O tamanho da incisão depende da quantidade de pele a ser retirada, quanto mais pele, maior a necessidade de ampliação da cicatriz. A seguir, é realizado um descolamento da pele abdominal, fechamento da musculatura chamado “plicatura”, transposição da cicatriz umbilical e retirada do excedente de pele e gordura.

Como é o pós-operatório?

Os pacientes submetidos a abdominoplastia devem andar curvados. Esta geralmente é o principal transtorno. A maioria dos pacientes não se queixa de dores no local da cirurgia e sim de dores nas costas por causa da posição. A região abdominal fica edemaciada (inchada) nos primeiros dias e pode haver alguma equimose (áreas arroxeadas) que costuma melhorar em 1 ou 2 semanas. É necessário usar um modelador por algumas semanas, até 3 meses, dependendo do caso.

O que esperar de resultado?

O objetivo da abdominoplastia é tratar a flacidez de pele e muscular. Então, o resultado a ser esperado é um abdome plano e sem flacidez. Para saber o que esperar especificamente no seu caso, somente em consulta presencial pois varia dependendo da anatomia corporal de cada paciente. É considerado resultado definitivo após 12 meses.

Quais são os riscos?

Os riscos gerais de todas as cirurgias variam de acordo com as características de cada pessoa: idade, peso (IMC), comorbidades (problemas de saúde), uso de medicamentos, drogas, tabagismo, fatores genéticos,… e serão explicados na consulta presencial justamente por causa desta variação.

Os riscos específicos mais importantes são: infecção, sangramento, hematoma, seroma, quelóide, deiscência, necrose, redução de sensibilidade (geralmente transitória).

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